É, esse tempo que não dominamos...
Que não podemos alcança-lo, nem rouba-lo para sermos donos de nós mesmos, donos do nosso amor...
Eu queria ser a dona do meu amor, não com sentido de domina-lo, mas para te-lo só para mim para sempre.
Agora terei medo de usar tais palavras em uma mesma frase, não sei mais se elas farão sentido usadas juntas: "dona", amor, sempre...
¬¬
Tudo o que eu realmente amo, em um curto prazo de tempo, vai para longe de mim, e nunca mais volta...
Eu quero que seja diferente...mas e se não for? Ficarei mais uma vez com o coração aberto e sangrando! E tenho certeza que demorararia mais para ser curado, e cicatriz seria a maior...
¬¬
O que posso fazer agora é, te amar te amar te amar e esquecer que somos marionetes do tempo...
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
domingo, 23 de dezembro de 2007
E nem parece...
Nem parece que 2007 chegou ao fim. Dentro de alguns dias já estaremos em 2008...
E o que eu fiz durante esse ano?
Será que aproveitei como devia?
Ou fechei os olhos e nem assisti a minha vida passar.
Amizades que eu tinha a algum tempinho, foram destruídas, não me orgulho disso, mas nem fico triste. Não sou o tipo de pessoa que precisa beber e fumar em festa para chamar a atenção. E se é isso que as pessoas cobram de mim, não são minhas amigas.
E para compensar, fiz amizades tão boas! Fora do colégio, e algumas com pessoas que até estudam lá.
Mas é claro que dentro do colégio há amigos também. Há aqueles que eu rirei, chorarei e principalmente apoiarei o resto da vida!
Há o que me ajuda, que me apoia (raramente, hahsuhauhsua)
que me critica (constantemente), que me corrigi, que me dá dica de livros, que me chama de tosca de louca e outras coisinhas mais, mas que principalmente que em pouco tempo me conquistou para poder chama-lo de amigo.
Há aquela amiga, que escrevia cartas durante a aula, para entregar-me no intervalo, sem desperdiçar tempo para fofocar, que enchugava as minhas lágrimas e logo me fazia rir, que sabe quando eu preciso de um abraço, que contava todos os seus rolos, que ria dos seus problemas para torna-los apenas pequenos obstaculos, que canta comigo em festas, que ronca bastante (hahaha), que eu chamo de mãe, que eu amo (always and forever).
E há o mais que especial, que do nada, me contagiou com seu amor, que me faz delirar, sonhar, rir, que me faz cair nas escadas, que me ajuda a levantar, que faz eu falar de coisas sem noção, que me ajudava a estudar, que me atrapalhava a estudar de vez em quando (hahahaha), que me acompanhava nas voltas para casa, o que mentiu pra mim falando que era envergonhado e não é coisa nenhuma, que me faz rir quando conta até cinco (não vou contar o segredo porque se não todo mundo vai fazer), o que me indico um livro que eu não consigo nem começar a ler, que vem passar a tarde para fazer nada comigo aqui em casa, que tornou o preto, vermelho!
É, eu assisti a minha vida sim. Sinopse desse ano foi: drama, comédia, mas muito romance!
E o que eu fiz durante esse ano?
Será que aproveitei como devia?
Ou fechei os olhos e nem assisti a minha vida passar.
Amizades que eu tinha a algum tempinho, foram destruídas, não me orgulho disso, mas nem fico triste. Não sou o tipo de pessoa que precisa beber e fumar em festa para chamar a atenção. E se é isso que as pessoas cobram de mim, não são minhas amigas.
E para compensar, fiz amizades tão boas! Fora do colégio, e algumas com pessoas que até estudam lá.
Mas é claro que dentro do colégio há amigos também. Há aqueles que eu rirei, chorarei e principalmente apoiarei o resto da vida!
Há o que me ajuda, que me apoia (raramente, hahsuhauhsua)
que me critica (constantemente), que me corrigi, que me dá dica de livros, que me chama de tosca de louca e outras coisinhas mais, mas que principalmente que em pouco tempo me conquistou para poder chama-lo de amigo.
Há aquela amiga, que escrevia cartas durante a aula, para entregar-me no intervalo, sem desperdiçar tempo para fofocar, que enchugava as minhas lágrimas e logo me fazia rir, que sabe quando eu preciso de um abraço, que contava todos os seus rolos, que ria dos seus problemas para torna-los apenas pequenos obstaculos, que canta comigo em festas, que ronca bastante (hahaha), que eu chamo de mãe, que eu amo (always and forever).
E há o mais que especial, que do nada, me contagiou com seu amor, que me faz delirar, sonhar, rir, que me faz cair nas escadas, que me ajuda a levantar, que faz eu falar de coisas sem noção, que me ajudava a estudar, que me atrapalhava a estudar de vez em quando (hahahaha), que me acompanhava nas voltas para casa, o que mentiu pra mim falando que era envergonhado e não é coisa nenhuma, que me faz rir quando conta até cinco (não vou contar o segredo porque se não todo mundo vai fazer), o que me indico um livro que eu não consigo nem começar a ler, que vem passar a tarde para fazer nada comigo aqui em casa, que tornou o preto, vermelho!
É, eu assisti a minha vida sim. Sinopse desse ano foi: drama, comédia, mas muito romance!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
JM
Como explicar o momento?
Nem sei.
Não sei como descrever algo assim, mas tentarei. Afinal nada é impossível até que se prove o contrário...
Achei que não aconteceria de novo, mas aconteceu, e agora é diferente. Ao mesmo tempo que é mais real, é muito mais irreal. Simplesmente inexplicável e inigualável. Eu chorava pois amava de verdade, a idéia de te-lo longe de mim me entristecia. Cada dia que passava o pranto aumentava. Mas e agora? Que sei que um provável fim está se aproximando de novo? Chorarei após algumas horinhas perfeitas ao seu lado, ou será que rirei por ter te conhecido?
Talvez não seja um final definitivo, apenas um começo indefinido...
É cedo demais para afirmar, mas tarde demais para negar que te amo.
Nem sei.
Não sei como descrever algo assim, mas tentarei. Afinal nada é impossível até que se prove o contrário...
Achei que não aconteceria de novo, mas aconteceu, e agora é diferente. Ao mesmo tempo que é mais real, é muito mais irreal. Simplesmente inexplicável e inigualável. Eu chorava pois amava de verdade, a idéia de te-lo longe de mim me entristecia. Cada dia que passava o pranto aumentava. Mas e agora? Que sei que um provável fim está se aproximando de novo? Chorarei após algumas horinhas perfeitas ao seu lado, ou será que rirei por ter te conhecido?
Talvez não seja um final definitivo, apenas um começo indefinido...
É cedo demais para afirmar, mas tarde demais para negar que te amo.
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